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Janela partidária na Bahia provoca dança das cadeiras e redesenha forças políticas; veja todas as trocas

Imagem gerada por IA / BNews


A janela partidária deste ano movimentou intensamente o cenário político baiano, com uma série de trocas de legenda entre parlamentares estaduais e federais, redesenhando o equilíbrio de forças para as eleições de 2026. Ao todo, dezenas de políticos aproveitaram o período para mudar de partido sem risco de perda de mandato, em uma articulação que deve impactar diretamente as composições de chapas e alianças no estado.

Entre os destaques, o PSD registrou perdas e ganhos relevantes. Deixaram a legenda nomes como o senador Angelo Coronel, Angelo Coronel Filho,Diego Coronel e Cafu Barreto, enquanto a sigla recebeu filiações como Ludmilla Fiscina, Niltinho e Raimundo da Pesca. O Republicanos também se fortaleceu ao atrair quadros como Angelo Coronel Filho, Léo Prates, Diego Coronel e Dr Thiago Gilleno.

O Avante foi outro partido que ampliou sua bancada de forma significativa, recebendo nomes como Vitor Azevedo, Felipe Duarte, Elmo Vaz, Silva Neto, Laerte do Vando, Luciano Araújo, Luiza de Deus, Marão e Binho Galinha. Já o MDB também cresceu, com a chegada de lideranças como Bete de Zé Agdonio, Fernando Torres, Moema Gramacho, Danilo Henrique e Heber Santana. No campo da esquerda, o PSOL passou a contar com novos integrantes, a exemplo de Professor Reginaldo Alves, Geraldo Simões e Senhora Mar. O PSB, por sua vez, perdeu quadros importantes, como Fabiola Mansur, Angelo Almeida e Bebeto Galvão, mas recebeu reforços como Vitor Bonfim, Elisangela e Mário Negromonte Júnior. O PV recebeu Fabíola Mansur, Antonio Henrique Jr. e Eduardo Salles.

O PSDB também foi um dos destinos mais procurados, com filiações de Duda Sanches, Anderson Ninho, Débora Santana, Rodrigo Hagge, Colbert Martins, Diogo Azevedo e Flavio Matos. Já o PL atraiu nomes como Samuel Júnior, Paulo Câmara, Igor Dominguez e Cinthya Marabá, enquanto o Novo recebeu Alexandre Aleluia. Cafu Barreto, por sua vez, se filiou ao União Brasil. O PT, por fim, recebeu a filiação de Angelo Almeida.

 

Fim da janela partidária

O prazo final para o registro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos estatutos de partidos políticos e federações que desejam participar do pleito terminou neste sábado (4). A legislação eleitoral estabelece que partidos e federações precisam estar regularmente constituídos com pelo menos seis meses de antecedência do 1º turno das eleições.

Também foi a data-limite para que candidatas e candidatos tenham domicílio eleitoral na circunscrição onde pretendem concorrer e para que estejam com a filiação partidária devidamente aprovada pelo partido. A exigência segue a legislação eleitoral, embora as agremiações possam estabelecer prazos mais longos nos respectivos estatutos. Outro prazo que terminou deve ser observado por ocupantes de cargos do Poder Executivo, que foram obrigados a se desincompatibilizar dos mandatos atuais. 

Por: BNews


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