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Tremeu de novo: Amargosa registra terremoto de 3,5 de magnitude na madrugada




Além de Amargosa, tremor foi sentido em, pelo menos, mais outras quatro cidades baianas

Um novo terremoto atingiu cidades do Recôncavo baiano na madrugada desta segunda-feira (31), mais precisamente às 3h42 da manhã. Os tremores tiveram epicentro na cidade de Amargosa, com magnitude de 3,5 na escala Ritcher, e foram sentidos em pelo menos outras cinco cidades: Varzedo, Castro Alves, São Miguel das Matas, Brejões e Elísio Medrado. As informações são do Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e foram confirmadas pelo prefeito de Amargosa, Júlio Pinheiro. 

“Esse novo tremor foi registrado pelo laboratório e também pela população. Foi por volta das 3h da manhã. Muitas pessoas relataram acordar assustadas”, afirma o prefeito de Amargosa, Julio Pinheiro. 

Segundo Pinheiro, dois outros terremotos acometeram a cidade no domingo (30). O primeiro foi registrado cerca de 7h30 da manhã com magnitude de 3,7 e o segundo logo depois, às 8h10 com magnitude de 4,2 na escala Ritcher. A origem teria sido na zona rural do município, entre as comunidades de Alto Seco e Corta Mão. Elas ficam próximas à Mutuípe, epicentro do primeiro tremor de ontem, que teve magnitude de 4,6 e foi sentido em 43 cidades baianas. 


Apesar de ter causado rachaduras em paredes e no chão de casas de alguns moradores e de uma Igreja, o prefeito de Amargosa disse que não houve maiores estragos. “Desde ontem nossa equipe da Guarda Municipal tem estado em campo. Houve avarias nas casas como rachaduras em paredes e nos telhados, mas nenhum caso grave” confirmou o prefeito. 

Hildete, que mora perto de Elísio Medrado, sentiu o tremor por volta das 3h45 da manhã. "Estava dormindo e senti minha cama tremer", relatou a moradora, no site do Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) que registra abalos sísmicos.  

Em Varzedo, Tainá Silva Santos comentou que sentiu o tremor às 4h14 da manhã. "Já é o segundo dia consecutivo que sentimos o tremor, ele tem se tornado frequente", relatou. 

Ainda no Centro Sismólogico da USP, um anônimo registrou ter sentido o tremor em São Miguel das Matas: "acordei com o som do tremor e a casa balançando".


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