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Estudante de medicina é acusado de abusar de 7 meninas, incluindo sua própria irmã e prima:



Mais um caso escabroso de estupro veio à tona na quarta-feira, 22/09/2021, quando um rapaz de 22 anos de idade, identificado como Marcos Vitor Aguiar Dantas Pereira, estudante de medicina em Manaus, foi acusado de estuprar uma prima e a própria irmã de três anos de idade e mais outras crianças, em Terezinha, capital do Piauí. O acusado é enteado da irmã de Priscila Karine, advogada que fez a denúncia.




A filha de Priscila, de 12 anos de idade relatou os abusos sofridos por Marcos, quando tinha entre 5 e 10 anos de idade. Com essa revelação, a irmã do acusado, que tem hoje 9 anos de idade, também relatou ter sido abusada pelo irmão, quando ela tinha três anos de idade. Priscila começou a desconfiar que algo estaria errado, ao perceber na filha, um comportamento diferente do normal.

 

“Minha filha estava com depressão e se automutilando, a gente conversava com ela e começamos a suspeitar de alguma coisa de abuso, porque ela teve um episódio de um sangramento injustificado. Fomos investigar, mas nunca descobrimos a causa e ela, até então, nunca contou nada, até que uma prima disse que o Marcos Vitor estuprava minha filha desde os 5 anos de idade, e finalmente ela me confirmou, mas ela só conseguiu falar porque tem dois anos que ele foi para Manaus. Nesse primeiro momento, o Marcos confirmou o abuso sexual de minha filha, contudo, nós continuamos investigação e depois fomos descobrir o caso da minha sobrinha, irmã dele”, disse a advogada.




Segundo Priscila, Marcos confessou o crime e simplesmente pediu desculpas, sem se defender. Veja abaixo um print da conversa dele:  


Mensagem enviada pelo suspeito à mãe de uma das vítimas — Foto: Reprodução


Pronunciamento nas redes sociais:

O universitário utilizou as redes sociais para se declarar sobre o caso. Longe de negar as acusações, Marcos Vitor apenas definiu que tudo será esclarecido sob as investigações dos órgãos competentes:

Mensagem do estudante de medicina após divulgação da denúncia de supostos abusos — Foto: Reprodução rede social


O caso é investigado pela Polícia Civil do Piauí.


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