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| Foto: Reprodução / Bnews |
O ex-ministro e presidente do PL na Bahia, João Roma, reagiu à
decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal
(STF), em conceder a prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em
comunicado enviado ao Bnews, nesta terça-feira (24) o político comemorou a
determinação, mas afirmou que foi tardia.
“É uma decisão que reconhece o óbvio: ninguém pode ser submetido a
um tratamento desumano, ainda mais diante de um quadro de saúde tão delicado.
Estamos falando de um ex-presidente da República, com histórico de problemas de
saúde graves, que mesmo assim foi mantido preso em condições incompatíveis com
sua situação clínica. A prisão domiciliar é uma medida humanitária, ainda que
tardia”, declarou.
Alexandre de Moraes determinou que o ex-presidente cumprisse prisão
domiciliar de forma temporária. Segundo sua decisão, o ex-presidente
poderá ficar 90 dias em casa após a alta hospitalar, para terminar o tratamento.
O político está internado desde o último dia 13, devido a uma broncopneumonia.
Ainda na declaração, o pré-candidato a senador da Bahia afirmou que
o tratamento com o ex-presidente é desproporcional. “Mesmo diante de
internações, complicações e alertas médicos, ele permaneceu encarcerado. O
Brasil assiste a um ex-presidente sendo submetido a um processo duro, marcado
por sofrimento físico e psicológico. Bolsonaro é um preso político”.
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“O povo brasileiro acompanha tudo isso com atenção. E segue ao lado
do presidente Bolsonaro, esperando que a verdade prevaleça e que a justiça seja
feita de forma equilibrada e sem excessos. Nosso desejo agora é que o
presidente Bolsonaro possa se recuperar plenamente e seguir firme na nossa
missão de libertar o Brasil”, concluiu.
Por: BNews







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