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| Foto: Reprodução |
O agente tentava conter um grupo de
indígenas, quando foi atacado na cabeça
Um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na cidade
de Aracruz, no norte do Espírito Santo, na quinta-feira, 21/05/2026, resultou
com um policial federal do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ferido na cabeça,
ao tentar conter um tumulto com indígenas que estavam no local, durante a sexta
edição do encontro de pontos de Cultura do Brasil, realizada entre os dias 19 e
24 de maio. As informações são de AGazeta.
Indígenas do território tupiniquim informaram que queriam fazer uma
apresentação cultural para saudar o presidente e para isso
precisavam de espaço, mas segundo eles, quando tentaram se aproximar da área reservada às
autoridades, e equipe de segurança presidencial tentou bloquear o avanço deles,
o que resultou numa confusão.
Entre outras autoridades, Lula estava acompanhado da primeira-dama,
Janja e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
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| Foto: Reprodução / Redes socias |
Um vídeo viralizou nas redes sociais mostrando o agente sendo
atacado com um instrumento musical conhecido no meio como “casaca”, que fez um
grande corte na cabeça do agente. O caso está sendo apurado pela Polícia Federal
visando identificar e responsabilizar os envolvidos. Continua após os links abaixo.
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Representante dos indígenas informou à imprensa capixaba que não foram ao local para
fazer algum tipo de protesto e que não tinham o propósito de atacar ninguém.
Erro de Proibição Cultural:
Se um indígena não compreende que determinado ato é crime no Brasil
devido aos seus usos, costumes e tradições, o juiz pode reconhecer o chamado
"erro de proibição". Isso pode isentá-lo de pena ou diminuí-la
consideravelmente, mas não pela inimputabilidade, e sim pela falta de
consciência da ilicitude. Indígenas não são inimputáveis, mas tudo depende da
compreensão do Juiz do caso.










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